Quem ronca alto dorme. Quem está do lado é que passa a noite acordado, cutuca, vira de lado, acaba no sofá. Se em algum momento vocês dois pararam de dormir no mesmo quarto e ninguém falou disso em voz alta, essa página é sobre isso. Existe tratamento, ele não é máscara, e começa com uma avaliação.
Marcou uma que seja? Então a avaliação já vale a pena. E ela pode ser sua, se o ronco é seu, ou dele, se você chegou aqui procurando por outra pessoa.
Enquanto a pessoa dorme, a musculatura relaxa. A língua e o tecido mole caem para trás e estreitam a passagem do ar. O ar passa espremido e vibra: é isso que faz o som. Quando o estreitamento fecha de vez, a respiração para por alguns segundos, o corpo entra em alerta, puxa o ar com força e o sono quebra. Isso pode se repetir dezenas de vezes por noite, e quem dorme não lembra de nenhuma.
É por isso que ele acorda cansado depois de oito horas. Ele não dormiu oito horas. Ele dormiu oito horas picadas em pedaços de poucos minutos.
A passagem do ar depende de onde a mandíbula está. Existe um aparelho que se usa dentro da boca, durante o sono, que mantém a mandíbula um pouco à frente e abre esse espaço. Não é máscara, não tem tubo, não precisa de tomada, e cabe num estojo do tamanho de um óculos.
Ele não serve para todo mundo, e nenhum dentista honesto vai dizer que serve. Serve para uma parte dos casos, e a avaliação existe justamente para saber se o seu é um deles. Quando o caso é grave, o caminho é outro, e a Dra. Débora vai te dizer isso.
A máscara que ficou no armário não foi um fracasso seu. Foi um tratamento que não coube na sua vida.
Apertar ou ranger os dentes dormindo é outro problema, e às vezes anda junto. A placa protege o dente do desgaste, e isso é real e importante: dente que se perde por atrito não volta. Mas placa cuida do dano, não da causa. Se por trás do bruxismo existe uma via aérea estreitando, a placa sozinha vai proteger o esmalte enquanto o sono continua quebrando. Por isso a avaliação olha as duas coisas.
Cabe na mala. Não precisa de tomada. Não faz barulho.
A primeira coisa é ouvir o relato de quem dorme do lado, que costuma ser mais preciso que o de quem ronca. Você conta o que vê à noite. Ele conta como acorda.
Avaliação da posição da mandíbula, do espaço da língua, do desgaste dos dentes e dos sinais que o bruxismo deixa. É aqui que aparece o que a pessoa não sabia que tinha.
O diagnóstico de apneia é feito por exame do sono, e ele é médico. A clínica trabalha em conjunto com essa etapa.
A Dra. Débora encaminha para polissonografia ou trabalha com exame domiciliar? Qual o parceiro?
Aparelho feito sob medida a partir dos seus moldes. Ajuste fino nas consultas seguintes, porque o avanço da mandíbula é regulado aos poucos, no seu ritmo, não de uma vez.
Retornos para conferir se o ronco caiu, se a mandíbula está confortável e se o sono mudou. No começo quem tem a medida mais confiável desse resultado é você, porque você continua acordado quando ele dorme, e vai perceber a diferença antes de qualquer relato dele.
Depoimento real de paciente de sono ou bruxismo, com primeiro nome e inicial do sobrenome. Se não houver depoimento específico de sono, usar depoimento geral da clínica e dizer que é geral.
Depoimento real, citado literalmente como está publicado. Sem foto de perfil: só o nome de quem escreveu.
Também falta a prova que decide esta página: quantos aparelhos intraorais já foram conduzidos, e qual dispositivo é usado.
R. José Bonifácio, 1050, bloco 2, sala 1216. Todos os Santos, Rio de Janeiro. Quem vem da Zona Norte chega em poucos minutos, e quem vem de fora estaciona no shopping e atravessa.
Segunda a sexta, das 9h às 19h · (21) 97312-1010
Cirurgiã-dentista, especialista, mestre e doutora em Ortodontia e Ortopedia Facial, com foco em odontologia do sono. Também especialista em Dentística Restauradora e Invisalign Doctor. Mais de 15 anos de consultório e mais de 10 anos entre especialização, mestrado e doutorado.
Além de atender, ela ensina. Forma outros ortodontistas em cursos e imersões, o que significa que o raciocínio clínico dela é testado toda semana por gente que pergunta por quê.
Posição da mandíbula, espaço da língua e via aérea aparecem no trabalho dela todos os dias, e não como um serviço que foi acrescentado ao cardápio depois que o assunto virou moda.
CRO-RJ 38212
Os dois tratam a mesma coisa por caminhos diferentes. O CPAP é primeira escolha em muitos quadros e funciona muito bem para quem consegue usar todas as noites. O aparelho intraoral entra em parte dos casos, e costuma ser considerado principalmente quando a máscara não pegou. Quem decide isso é a avaliação, junto com o exame do sono.
Nos primeiros dias incomoda, e a gente avisa isso antes. O aparelho é ajustado aos poucos por esse motivo. A maioria das pessoas se acostuma na primeira ou segunda semana.
Cabe num estojo, não usa energia e não faz barulho. Foi por isso que muita gente que largou o CPAP volta a tratar.
É a pergunta mais comum aqui. Duas coisas costumam funcionar melhor que insistir: trocar o assunto do barulho para o cansaço com que ele acorda, que é a parte que incomoda ele, e propor uma avaliação em vez de um tratamento. Avaliação é uma consulta, não um compromisso. Se quiser, mande essa página pra ele.
Não. São aparelhos diferentes com objetivos diferentes. A placa protege o dente do desgaste. O aparelho de avanço mandibular trabalha a via aérea. Existem casos que precisam dos dois, e é por isso que a avaliação olha as duas coisas.
Atendimento particular, sem convênio.
Você não precisa convencer ninguém hoje. Precisa marcar uma avaliação, sua ou dele. Se for mais fácil, manda essa página pra ele e deixa que o texto faça a primeira parte da conversa.
Ou ligue: (21) 97312-1010 · Todos os Santos, em frente ao Norte Shopping